Publicidade A melhora recente das chuvas e uma demanda por eletricidade ligeiramente mais fraca aliviaram os preços de energia no Brasil no curto prazo.
Para 2027, porém, o cenário é bem diferente: os contratos futuros continuam resistentes e acima das projeções do Goldman Sachs, abrindo espaço para ganhos principalmente para geradoras com maior volume de energia ainda não contratado, como Axia Energia (AXIA3) e Copel (CPLE3).Em relatório sobre o setor elétrico brasileiro, os analistas Bruno Amorim, Guilherme Bosso e Huama Belmonte destacam que o preço líquido da energia para 2026 recuou para uma média de R$ 210 por megawatt-hora (MWh), ante R$ 255/MWh três meses antes.
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Fonte: Infomoney
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