Líderes presbiterianos contestaram publicamente o exercício concomitante de André Mendonça no Supremo Tribunal Federal e no meio pastoral. Nomeado ao STF em 2021, o ministro passou a integrar, no ano de 2025, o quadro de pastores da Igreja Presbiteriana de Pinheiros, na cidade de São Paulo.O documento, assinado por religiosos como o reverendo Calvino Camargo, utiliza a Confissão de Fé de Westminster para indicar incompatibilidades éticas, teológicas e constitucionais.
De acordo com o grupo, a doutrina presbiteriana estabelece distinção clara entre a atuação do magistrado civil e o sacerdócio no púlpito.A interpelação levanta incertezas quanto à imparcialidade de Mendonça em pautas de liberdade religiosa e reforça que a separação entre Estado e fé assegura a autonomia tanto do Poder Judiciário quanto das organizações
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Fonte: Revista forum – STF
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