ouça este conteúdo 00:00 / 00:00 1x Uma nova prova pode colocar em xeque um dos principais fundamentos da condenação de Cristina Kirchner no caso envolvendo obras públicas. A acusação sustentou que, durante sua Presidência, a então chefe de Estado teria beneficiado o empresário Lázaro Báez e sua empresa, Austral Construcciones, por meio de um decreto que teria facilitado o pagamento de obras rodoviárias com recursos de um fideicomisso abastecido por um imposto sobre combustíveis.
Segundo seus advogados, a prova contradiz um dos fundamentos utilizados em sua condenação no caso Vialidad. Dados oficiais da Direção Nacional de Vialidad indicam que empresas do Grupo Austral, de Lázaro Báez, receberam apenas 0,85% dos recursos de um fundo para obras rodoviárias entre 2009 e 2015.
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Fonte: ICL Noticias – Política

