Na abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, Lula fez da tribuna nova-iorquina o palco de uma disputa que não tem os Estados Unidos como alvo evidente. Sem citar Donald Trump uma única vez, o presidente brasileiro descreveu com precisão o mundo que o unilateralismo estadunidense está construindo. O diagnóstico é duro.
Lula afirmou que a ONU vive o momento mais crítico desde que ocupou aquela tribuna pela primeira vez, em 2003, com um Conselho de Segurança paralisado pelo direito de veto e uma credibilidade internacional em queda livre. É nesse cenário de perigoso vácuo institucional que a manipulação se instala. Lula nomeou o fenômeno sem meias palavras: tarifas usadas como armas de coerção e chantagem, uma Organização Mundial do Comércio “respirando por aparelhos” e governos que capitulam diante da força bruta.
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Fonte: Ag Brasil – Brasil






