Análise Enquanto o eleitor estiver “sendo” contra a corrupção, ele não estará necessariamente “votando” contra ela ao escolher um corrupto Adicione como fonte preferencial no Google – Flávio Bolsonaro – Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Há um paradoxo aparente no cenário político brasileiro. Apesar de denúncias, vazamentos de ligações, relatórios de investigações e apontamentos da Polícia Federal sobre relações de Flávio Bolsonaro com um banqueiro envolvido em fraudes e com milicianos do Rio, ele segue competitivo. Mais do que isso: continua animando apoiadores que se dizem “contra a corrupção”.
À primeira vista, seria uma contradição insustentável. À luz da ciência da persuasão, porém, é um fenômeno previsível. Não estamos diante do triunfo dos fatos, mas do triunfo da linguagem sobre eles.
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Fonte: Revista forum – STF
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