Publicidade Por ser uma empresa controlada pelo governo federal, o Banco do Brasil (BBAS3) costuma ganhar atenção extra quando a corrida pelo Palácio do Planalto esquenta. Não é difícil entender por quê: uma mudança de governo pode mexer com as expectativas sobre estratégia, concessão de crédito, rentabilidade, dividendos e o próprio grau de interferência sobre o banco.Mas os números contam uma história menos óbvia.
O desempenho de BBAS3 em anos de eleição presidencial foi, na maior parte das vezes, positivo — ainda que marcado por fortes oscilações ao longo do caminho.Nos seis anos de eleição presidencial completos entre 2002 e 2022, a ação terminou cinco no campo positivo. A única exceção foi 2002, quando recuou 2,4%. Na média, BBAS3 avançou 26,7% nos anos eleitorais, enquanto a mediana ficou em 22,9%.
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Fonte: Infomoney
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