Publicidade A Morningstar mantém distância das ações sul-africanas em seus portfólios globais, já que o crescimento econômico relativamente fraco do país pesa mais do que as valuations baratas. A postura contrasta com a posição overweight (equivalente a compra) da gestora, que administra US$ 375 bilhões, em mercados emergentes.
Segundo Sean Neethling, chefe de investimentos da empresa na África do Sul, Brasil e México são as principais apostas fora da Ásia.O índice FTSE/JSE All Share acumula queda superior a 4% em dólares neste ano e caminha para o primeiro recuo anual desde 2022.
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Fonte: Infomoney
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